A candidata a deputada federal Patrícia Borges entrou na Justiça Eleitoral para questionar uma filiação ao Partido Liberal (PL) que apareceu em seu registro eleitoral. Segundo a alegação apresentada no processo, ela havia escolhido o Avante para disputar as eleições de 2026.
O caso ganhou atenção porque apresenta semelhanças com a situação envolvendo o senador Flávio Bolsonaro, que também contestou uma filiação partidária registrada em seu nome.
FILIAÇÃO SUSPEITA
De acordo com a ação apresentada por Patrícia Borges, ela se filiou ao Avante em 30 de março de 2026, com o objetivo de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.
No entanto, em 27 de maio, o sistema eleitoral passou a registrar novamente a candidata como filiada ao PL, partido pelo qual ela já havia disputado as eleições de 2022.
Patrícia também passou pelo União Brasil em 2024 quando se candidatou a vereadora.
JUSTIÇA ATUA
Até o momento, não há decisão reconhecendo que a filiação ao PL tenha ocorrido de forma irregular. A Justiça determinou apenas que o partido apresente documentos que comprovem a filiação.
A juíza eleitoral Laís Helena de Carvalho solicitou que o Partido Liberal apresente a ficha assinada pela candidata ou algum registro digital que demonstre a manifestação de vontade para entrar na legenda.
SEMELHANÇA COM FLÁVIO
A situação chamou atenção pela proximidade com o episódio envolvendo o senador Flávio Bolsonaro, que também passou a contestar uma filiação partidária registrada em seu nome.




