GCM dispersou ato pró-Lula com gás; Anderson explica motivo

📷 Reprodução/Rádio Band Vale
GCM dispersou ato pró-Lula com gás; Anderson explica motivo
Prefeito diz que grupo bloqueou a Avenida 9 de Julho e não liberou a via.

Ao explicar o uso de gás pela GCM, o prefeito de São José dos Campos, Anderson Farias, afirmou que a Guarda Civil Municipal tentou dialogar com manifestantes antes da dispersão de um grupo na Avenida 9 de Julho, após a vitória de Lula na eleição presidencial. Segundo ele, os participantes foram orientados a liberar a via, mas não atenderam ao pedido.

Em entrevista à Rádio Band Vale nesta quarta-feira (28), Anderson explicou que a preocupação era manter a circulação de veículos em uma avenida próxima a um hospital. A ação da GCM incluiu o uso de gás lacrimogêneo.

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TENTATIVA DE DIÁLOGO

Anderson afirmou que as comemorações realizadas na região central, próximas ao sindicato, tiveram apoio dos agentes de mobilidade, da Guarda Municipal e da Polícia Militar, sem registro de problemas.

Na Avenida 9 de Julho, o prefeito disse que os manifestantes impediam a passagem de veículos. Segundo ele, os participantes receberam orientação para seguir até a região do Parque Vicentina Aranha, onde poderiam continuar a comemoração sem bloquear a via.

“Infelizmente foi a única forma ali que foi encontrada para poder realmente desobstruir as vias”, declarou Anderson ao explicar a dispersão.

Durante a entrevista, a jornalista Carol Serra perguntou se houve agressão, ameaça ou risco à segurança que justificasse o uso de gás lacrimogêneo.

Ao comentar o uso de gás pela GCM, Anderson respondeu que a obstrução da avenida comprometia o direito de ir e vir e o fluxo de veículos, especialmente pela proximidade do hospital.

Em 10 de outubro, o Radar Político publicou a reação anterior de Anderson a uma manifestação pró-Lula, relacionada à colagem de cartazes em equipamentos públicos.