O senador Flávio Bolsonaro (PL) uma mulher como vice para fortalecer sua chapa à Presidência da República em 2026. O foco central do pré-candidato é a escolha que represente os valores cristãos e ajude a consolidar o apoio entre católicos e evangélicos de todo o país.
O objetivo de Flávio Bolsonaro é falar diretamente com o cidadão que preza pela família, garantindo que as pautas de defesa da vida e dos princípios religiosos sejam prioridades absolutas em sua plataforma de governo.
UNIÃO DE FÉ
No radar do PL estão as deputadas federais Simone Marquetto (MDB-SP) e Clarissa Tércio (PP-PE). Enquanto Marquetto possui forte ligação com lideranças católicas, como Frei Gilson e o maior colégio eleitoral do país, Tércio é uma voz influente no segmento evangélico e pode alavancar votos fundamentais na região Nordeste.
A composição da chapa obedece a uma lógica clara de geografia, fé e influência eleitoral. A ideia é que a futura vice seja o braço direito do senador na proteção das tradições e da liberdade religiosa. A decisão final deve sair até o fim deste semestre, após as reuniões estratégicas com a cúpula do partido.
Os números justificam a pressa do senador em definir sua companheira de chapa. Pesquisas recentes mostram que Flávio Bolsonaro lidera com folga entre os evangélicos, chegando a 65,4% das intenções. No entanto, o desafio é avançar sobre o eleitorado católico, onde o governo atual ainda tenta manter influência.
O grupo entende que o voto cristão é a base para a vitória e que a presença feminina na chapa traz um olhar mais atento e cuidadoso às necessidades das famílias comuns que enfrentam o dia a dia.
PERFIL DAS DEPUTADAS
Simone Marquetto é reconhecida por sua atuação em defesa do Rosário e por ser uma interlocutora próxima de lideranças como o Frei Gilson. Já Clarissa Tércio tem um histórico de combate firme contra pautas que ferem os princípios tradicionais de família em Pernambuco. Ambas representam a renovação que o eleitor de direita espera ver nas urnas.
Enquanto o atual governo de Lula enfrenta altos índices de desaprovação entre os religiosos, a oposição se organiza com pragmatismo. A estratégia de Flávio Bolsonaro é ocupar o vácuo deixado pela falta de diálogo do governo com as igrejas.
A senadora Tereza Cristina, que era o nome preferido de Valdemar Costa Neto, já descartou a vaga, deixando o caminho aberto para novas lideranças femininas. Com isso, o cenário se afunila para um nome que tenha a coragem de defender a fé sem medo de patrulhamentos políticos ou ataques de adversários.
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