Emídio acusa Tarcísio após ato pró-Lula tentando justificar depredação

Emídio acusa Tarcísio após ato pró-Lula tentando justificar depredação
Emídio e metrô na Paulista 📷 Radar Político/IA
Fala questiona estações fechadas, mas não aborda danos feitos por simpatizantes.

O deputado estadual Emídio de Souza (PT) acusou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) de usar a máquina pública contra o ato pró-Lula realizado neste domingo (11), na Avenida Paulista, em São Paulo. A declaração veio em meio à repercussão da depredação do metrô após a manifestação.

Emídio criticou o fechamento de estações e comparou a situação ao período das Diretas Já. Para o parlamentar, a medida teria favorecido uma candidatura e prejudicado outra.

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EMÍDIO APONTA O DEDO

“Um escândalo, uma vergonha. Uso indiscriminado e vergonhoso da máquina pública em favor de uma candidatura e contra outra”, declarou o deputado.

A crítica foi direcionada a Tarcísio. Emídio questionou a decisão de fechar estações, mas não mencionou os danos registrados após o evento.

METRÔ DÁ OUTRA VERSÃO

O Metrô informou que o fechamento temporário do acesso à estação Trianon-Masp ocorreu por motivos de segurança e controle do fluxo de passageiros durante a manifestação.

A companhia apresentou a restrição como uma medida operacional para lidar com a concentração de pessoas na região.

E A DEPREDAÇÃO?

Enquanto Emídio criticava o governador, a Polícia Militar relatava portas e grades quebradas na estação Consolação. A depredação do metrô também entrou no registro das ocorrências após a manifestação.

A Secretaria da Segurança Pública confirmou tumultos e depredações na região da Paulista.

Imagens divulgadas após a manifestação mostram pessoas sobre a cobertura de vidro de um dos acessos à estação Trianon-Masp.

O fechamento das estações virou alvo da crítica política de Emídio, enquanto os danos ao patrimônio público ficaram fora de sua fala.

Em São José dos Campos, outro episódio envolvendo uma manifestação pró-Lula também provocou reação política. O Radar Político acompanhou a cobrança por danos a equipamentos públicos após outro ato pró-Lula, quando o prefeito Anderson Farias criticou a colagem de cartazes em espaços públicos.